Colégio: Tiradentes Aldeota (CTA)
Série: 1°ano
Turno: Manhã
Líder: Flaviane da Silva Pereira
Integrantes: Amanda Ribeiro Martins
TEMA DO SEMINÁRIO: Violência
terça-feira, 24 de março de 2009
O que é violência?
Segundo o Dicionário Houaiss, violência é a “ação ou efeito de violentar, de empregar força física (contra alguém ou algo) ou intimidação moral contra (alguém); ato violento, crueldade, força”. No aspecto jurídico, o mesmo dicionário define o termo como o “constrangimento físico ou moral exercido sobre alguém, para obrigá-lo a submeter-se à vontade de outrem; coação”. Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) define violência como “a imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis”. Mas os especialistas afirmam que o conceito é muito mais amplo e ambíguo do que essa mera constatação de que a violência é a imposição de dor, a agressão cometida por uma pessoa contra outra; mesmo porque a dor é um conceito muito difícil de ser definido.
Para todos os efeitos, guerra, fome, tortura, assassinato, preconceito, a violência se manifesta de várias maneiras. Na comunidade internacional de direitos humanos, a violência é compreendida como todas as violações dos direitos civis (vida, propriedade, liberdade de ir e vir, de consciência e de culto); políticos (direito a votar e a ser votado, ter participação política); sociais (habitação, saúde, educação, segurança); econômicos (emprego e salário) e culturais (direito de manter e manifestar sua própria cultura). As formas de violência, tipificadas como violação da lei penal, como assassinato, seqüestros, roubos e outros tipos de crime contra a pessoa ou contra o patrimônio, formam um conjunto que se convencionou chamar de violência urbana, porque se manifesta principalmente no espaço das grandes cidades. Não é possível deixar de lado, no entanto, as diferentes formas de violência existentes no campo.
Para todos os efeitos, guerra, fome, tortura, assassinato, preconceito, a violência se manifesta de várias maneiras. Na comunidade internacional de direitos humanos, a violência é compreendida como todas as violações dos direitos civis (vida, propriedade, liberdade de ir e vir, de consciência e de culto); políticos (direito a votar e a ser votado, ter participação política); sociais (habitação, saúde, educação, segurança); econômicos (emprego e salário) e culturais (direito de manter e manifestar sua própria cultura). As formas de violência, tipificadas como violação da lei penal, como assassinato, seqüestros, roubos e outros tipos de crime contra a pessoa ou contra o patrimônio, formam um conjunto que se convencionou chamar de violência urbana, porque se manifesta principalmente no espaço das grandes cidades. Não é possível deixar de lado, no entanto, as diferentes formas de violência existentes no campo.

Violência
O Brasil é considerado um dos países mais violentos do mundo. O índice de assaltos, seqüestros, extermínios, violência doméstica e contra a mulher é muito alto e contribui para tal consideração. Suas causas são sempre as mesmas: miséria, pobreza, má distribuição de renda, desemprego e desejo de vingança.
A repressão usada pela polícia para combater a violência gera conflitos e insegurança na população que nutrida pela corrupção das autoridades não sabe em quem confiar e decide se defender a próprio punho, perdendo seu referencial de segurança e sua expectativa de vida.
O governo, por sua vez, concentra o poder nas mãos de poucos, deixando de lado as instituições que representam o povo. A estrutura governamental torna a violência necessária, em alguns aspectos, para a manutenção da desigualdade social. Não se sabe ao certo onde a violência se concentra, pois se são presos sofrem torturas, maus tratos, descasos, perseguições e opressões fazendo que tenham dentro de si um desejo maior e exagerado de vingança.
Se a violência se concentra fora dos presídios, é necessário que haja um planejamento de forma que se utilize uma equipe específica que não é regida pela força, autoridade exagerada e violenta. Medidas precisam ser tomadas para diminuir tais fatos, mas é preciso que se atente para a estrutura que vem sendo montada para decidir o futuro das cidades brasileiras.
Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das sociedades mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana (violências praticadas nas ruas, como assaltos, seqüestros, extermínios, etc.); violência doméstica (praticadas no próprio lar); violência familiar e violência contra a mulher, que, em geral, é praticada pelo marido, namorado, ex-companheiro, etc...
Já é tempo de a sociedade brasileira se conscientizar de que, violência não é ação. Violência é, na verdade, reação. O ser humano não comete violência sem motivo. É verdade que algumas vezes as violências recaem sob pessoas erradas, (pessoas inocentes que não cometeram as ações que estimularam a violência). No entanto, as ações erradas existiram e alguém as cometeu, caso contrário não haveria violência.Nas grandes metrópoles, onde as injustiças e os afrontamentos são muito comuns, os desejos de vingança se materializam sob a forma de roubos e assaltos ou sob a forma de agressões e homicídios. Já a irreverência e a libertinagem estimulam o comportamento indevido (comportamento vulgar), o que também caracteriza desrespeito e produz fortes violências.
Violência urbana é a expressão que designa o fenômeno social de comportamento deliberadamente transgressor e agressivo ocorrido em função do convívio urbano. A violência urbana tem algumas qualidades que a diferencia de outros tipos de violência; e se desencadeia em conseqüência das condições de vida e do convívio no espaço urbano. Sua manifestação mais evidente é o alto índice de criminalidade; e a mais constante é a infração dos códigos elementares de conduta civilizada.A violência urbana é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade. No entanto, ela incorpora modelos copiados dos países de maior influência na esfera internacional.
As populações de países subdesenvolvidos, por exemplo, aprendem e reproduzem, com pequenas modificações, procedimentos violentos originários de expressões artísticas que têm o desrespeito e a violência como tema principal ou instrumento de ação, (filmes, novelas, mini-séries etc.).
Violência é um comportamento que causa dano a outra pessoa, ser vivo ou objeto. Nega-se autonomia, integridade física ou psicológica e mesmo a vida de outro. É o uso excessivo de força, além do necessário ou esperado. Assim, a violência diferencia-se de força, palavras que costuma estar próximas na língua e pensamento cotidiano. Enquanto que força designa, em sua acepção filosófica, a energia ou "firmeza" de algo, a violência caracteriza-se pela ação corrupta, impaciente e baseada na ira, que não convence ou busca convencer o outro, simplesmente o agride.
O Brasil é considerado um dos países mais violentos do mundo. O índice de assaltos, seqüestros, extermínios, violência doméstica e contra a mulher é muito alto e contribui para tal consideração. Suas causas são sempre as mesmas: miséria, pobreza, má distribuição de renda, desemprego e desejo de vingança.A repressão usada pela polícia para combater a violência gera conflitos e insegurança na população que nutrida pela corrupção das autoridades não sabe em quem confiar e decide se defender a próprio punho, perdendo seu referencial de segurança e sua expectativa de vida.
O governo, por sua vez, concentra o poder nas mãos de poucos, deixando de lado as instituições que representam o povo. A estrutura governamental torna a violência necessária, em alguns aspectos, para a manutenção da desigualdade social. Não se sabe ao certo onde a violência se concentra, pois se são presos sofrem torturas, maus tratos, descasos, perseguições e opressões fazendo que tenham dentro de si um desejo maior e exagerado de vingança.
Se a violência se concentra fora dos presídios, é necessário que haja um planejamento de forma que se utilize uma equipe específica que não é regida pela força, autoridade exagerada e violenta. Medidas precisam ser tomadas para diminuir tais fatos, mas é preciso que se atente para a estrutura que vem sendo montada para decidir o futuro das cidades brasileiras.
Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das sociedades mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana (violências praticadas nas ruas, como assaltos, seqüestros, extermínios, etc.); violência doméstica (praticadas no próprio lar); violência familiar e violência contra a mulher, que, em geral, é praticada pelo marido, namorado, ex-companheiro, etc...Já é tempo de a sociedade brasileira se conscientizar de que, violência não é ação. Violência é, na verdade, reação. O ser humano não comete violência sem motivo. É verdade que algumas vezes as violências recaem sob pessoas erradas, (pessoas inocentes que não cometeram as ações que estimularam a violência). No entanto, as ações erradas existiram e alguém as cometeu, caso contrário não haveria violência.Nas grandes metrópoles, onde as injustiças e os afrontamentos são muito comuns, os desejos de vingança se materializam sob a forma de roubos e assaltos ou sob a forma de agressões e homicídios. Já a irreverência e a libertinagem estimulam o comportamento indevido (comportamento vulgar), o que também caracteriza desrespeito e produz fortes violências.
A violência no Brasil cresce de forma acelerada e sem controle, com cerca de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos. Esse número supera o de mortes em países que enfrentam guerras, como o Iraque. Mas o que podemos fazer para mudar isso? O país assiste atônito à escalada do poder e à ousadia do crime organizado, ao mesmo tempo em que se tornam cada vez mais corriqueiros os crimes com motivações pessoais ou sem sentido.
A assustadora explosão da violência no Brasil é justificada pelas autoridades por inúmeros problemas, mas estas mesmas autoridades a tratam com descaso. É frágil a segurança pública, com policiais despreparados e, em muitos casos, corruptos.osso sistema carcerário é ineficiente e temos ainda a conhecida impunidade que, apoiada por leis inadequadas à realidade, permite a assassinos como Champinha desfrutarem da liberdade como cidadãos comuns. No passado, a opinião pública tinha o tempo necessário entre um crime e outro para elevá-lo ao nível de atrocidade.
A assustadora explosão da violência no Brasil é justificada pelas autoridades por inúmeros problemas, mas estas mesmas autoridades a tratam com descaso. É frágil a segurança pública, com policiais despreparados e, em muitos casos, corruptos.osso sistema carcerário é ineficiente e temos ainda a conhecida impunidade que, apoiada por leis inadequadas à realidade, permite a assassinos como Champinha desfrutarem da liberdade como cidadãos comuns. No passado, a opinião pública tinha o tempo necessário entre um crime e outro para elevá-lo ao nível de atrocidade.
Violência urbana é a expressão que designa o fenômeno social de comportamento deliberadamente transgressor e agressivo ocorrido em função do convívio urbano. A violência urbana tem algumas qualidades que a diferencia de outros tipos de violência; e se desencadeia em conseqüência das condições de vida e do convívio no espaço urbano. Sua manifestação mais evidente é o alto índice de criminalidade; e a mais constante é a infração dos códigos elementares de conduta civilizada.A violência urbana é determinada por valores sociais, culturais, econômicos, políticos e morais de uma sociedade. No entanto, ela incorpora modelos copiados dos países de maior influência na esfera internacional.As populações de países subdesenvolvidos, por exemplo, aprendem e reproduzem, com pequenas modificações, procedimentos violentos originários de expressões artísticas que têm o desrespeito e a violência como tema principal ou instrumento de ação, (filmes, novelas, mini-séries etc.).
Violência contra a mulherExistem vários tipos de armas utilizadas na violência contra a mulher, como: a lesão corporal, que é a agressão física, como socos, pontapés, bofetões, entre outros; o estupro ou violência carnal, sendo todo atentado contra o pudor de pessoa de outro sexo, por meio de força física, ou grave ameaça, com a intenção de satisfazer nela desejos lascivos, ou atos de luxúria; ameaça de morte ou qualquer outro mal, feitas por gestos, palavras ou por escrito; abandono material, quando o homem, não reconhece a paternidade, obrigando assim a mulher, entrar com uma ação de investigação de paternidade, para poder receber pensão alimentícia.
Mas nem todos deixam marcas físicas, como as ofensas verbais e morais, que causam dores,que superam, a dor física. Humilhações, torturas, abandono, etc, são considerados pequenos assassinatos diários, difíceis de superar e praticamente impossíveis de prevenir, fazendo com que as mulheres percam a referencia de cidadania.
A violência contra a mulher, não esta restrita a um certo meio, não escolhendo raça, idade ou condição social. A grande diferença é que entre as pessoas de maior poder financeiro, as mulheres, acabam se calando contra a violência recebida por elas, talvez por medo, vergonha ou até mesmo por dependência financeira.
Atualmente existe a Delegacia de Defesa da Mulher, que recebe todas as queixas de violência contra as mulheres, investigando e punindo os agressores. Como em toda a Polícia Civil, o registro das ocorrências, ou seja, a queixa é feita através de um Boletim de Ocorrência, que é um documento essencialmente informativo, todas as informações sobre o ocorrido visam instruir a autoridade policial, qual a tipicidade penal e como proceder nas investigações.
Toda a mulher violentada física ou moralmente, deve ter a coragem para denunciar o agressor, pois agindo assim ela esta se protegendo contra futuras agressões, e serve como exemplo para outras mulheres, pois enquanto houver a ocultação do crime sofrido, não vamos encontrar soluções para o problema.A população deve exigir do Governo leis severas e firmes, não adianta se iludir achando que esse é um problema sem solução. Uma vez violentada, talvez ela nunca mais volte a ser a mesma de outrora, sua vida estará margeada de medo e vergonha, sem amor próprio, deixando de ser um membro da comunidade, para viver no seu próprio mundo.
A liberdade e a justiça, são um bem que necessita de condições essenciais para que floresça, ninguém vive sozinho. A felicidade de uma pessoa esta em amar e ser amada. Devemos cultivar a vida, denunciando todos os tipos de agressões (violência) sofridas.
Violência nas escolasA violência protagonizada pelos jovens nas escolas é uma realidade inegável. A sociedade terá que se organizar e insurgir-se activamente contra este fenómeno. De igual modo, a escola terá que ajustar os seus conteúdos programáticos e acercar-se mais às crianças. Devido às exigências, as famílias muitas vezes destituem-se da sua função educativa, delegando-a à escola. No meio de toda esta confusão, estão as crianças, que, actuam conforme aquilo que observam e agem consoante os estímulos do meio.
Meio esse que por vezes oferece modelos de conduta e referências positivas questionáveis. O conceito de família nem sempre foi o mesmo, sofreu alterações de acordo com o evoluir dos tempos.
No Antigo Regime, não existia os termos criança ou adolescente, a criança não tinha infância, era considerada um "adulto jovem". A este propósito, Philippe Ariés (1988: 10-11) refere que:
"passava-se diretamente de criança muito pequena a adulto jovem, sem passar pelas várias etapas da juventude de que eram talvez conhecidas antes da Idade Média e que se tornavam o aspecto essencial das sociedades evoluídas dos dias de hoje".
A educação da criança não era assegurada pela família. Cedo as crianças se envolviam com os adultos em actos sociais tradicionais, de ajuda aos pais, nos labores habitacionais no caso das meninas e nos meninos na conservação dos bens e negócios familiares. Era deste modo que adquiriam conhecimentos e valores essenciais à sua formação.
A família não demonstrava afectividade, embora o amor fosse um sentimento presente. A afectuosidade registava-se nas pessoas próximas às crianças tais como as amas, os serventes, os vizinhos, etc.
Na época do Estado Novo, à esposa era-lhe incumbida a responsabilidade pela educação dos filhos, auferindo dependência económica quase total do marido. Aliás " o pai surge como o único angariador de sustento familiar (…) se ele desaparece, não há dinheiro para comprar o necessário" (1989: 359-360). Com as alterações sociais pós 25 de Abril, a família sofreu grandes transformações, que já tinham sido encetadas noutros países já democratizados. Diminuiu o número de filhos por casal, o casamento tornou-se mais instável com um número crescente de divórcios, aumentando as famílias monoparentais e reconstruídas, as mulheres passaram a ter uma actividade profissional, estudarem até mais tarde, auferindo de independência económica e relegando muitas vezes a maternidade para segu
ndo plano.
No Antigo Regime, não existia os termos criança ou adolescente, a criança não tinha infância, era considerada um "adulto jovem". A este propósito, Philippe Ariés (1988: 10-11) refere que:
"passava-se diretamente de criança muito pequena a adulto jovem, sem passar pelas várias etapas da juventude de que eram talvez conhecidas antes da Idade Média e que se tornavam o aspecto essencial das sociedades evoluídas dos dias de hoje".
A educação da criança não era assegurada pela família. Cedo as crianças se envolviam com os adultos em actos sociais tradicionais, de ajuda aos pais, nos labores habitacionais no caso das meninas e nos meninos na conservação dos bens e negócios familiares. Era deste modo que adquiriam conhecimentos e valores essenciais à sua formação.
A família não demonstrava afectividade, embora o amor fosse um sentimento presente. A afectuosidade registava-se nas pessoas próximas às crianças tais como as amas, os serventes, os vizinhos, etc.
Na época do Estado Novo, à esposa era-lhe incumbida a responsabilidade pela educação dos filhos, auferindo dependência económica quase total do marido. Aliás " o pai surge como o único angariador de sustento familiar (…) se ele desaparece, não há dinheiro para comprar o necessário" (1989: 359-360). Com as alterações sociais pós 25 de Abril, a família sofreu grandes transformações, que já tinham sido encetadas noutros países já democratizados. Diminuiu o número de filhos por casal, o casamento tornou-se mais instável com um número crescente de divórcios, aumentando as famílias monoparentais e reconstruídas, as mulheres passaram a ter uma actividade profissional, estudarem até mais tarde, auferindo de independência económica e relegando muitas vezes a maternidade para segu
ndo plano.
Violência contra o idosoUm estudo revela que de todas as formas de violência doméstica contra o idoso, a mais freqüente é a de natureza física, ou seja, danos e lesões corporais ocasionados pelos próprios filhos da vítima, já que, em 50% dos casos registrados, segundo a pesquisa, referida violência é praticada por familiares próximos da família.
Para se ter uma idéia da dimensão do problema, assim como a década de 60 serviu para tomarmos consciência do maltrato infantil e a década de70 o maltrato exercido sobre as mulheres, os brasileiros somente despertaram interesse pela questão da violência social como um todo e suas implicações para a saúde, a partir da década de 80, passando o problema despercebido nos anos que se antecederam, quando se fizeram inúmeras vítimas.
O problema também é grave mundialmente, no que se refere aos Estados Unidos e ao Canadá, países onde foram registrados maus-tratos contra os idosos no final da década de 80, através de publicações feitas no ano de 1975, pela Inglaterra, o que fez com que o interesse de outros países despertasse pelo problema, onde se iniciaram algumas investigações individuais sobre o tema.
A partir do século 20, o problema deixou de ser particular e familiar, para tornar-se uma grande responsabilidade dos governos, da sociedade e principalmente da saúde pública, uma vez que o aumento da doença e da mortalidade como conseqüência da violência tem ganho proporções alarmantes, ao ponto de ser “premiada” com o segundo lugar na classificação internacional de doenças feita em 1993, e citada por Minayo, podendo, inclusive, ser observado através do aumento da demanda nos serviços de saúde, seja em postos de saúde, em consultas externas ou em unidades de emergência.
Voltando ao problema no Brasil, o que se observa atualmente é que diversos profissionais, incluindo os geriatras, vem desenvolvendo trabalhos no sentido de alertar e sensibilizar os governos, a comunidade, e os próprios idosos, a despeito da problemática do envelhecimento populacional exacerbado e as conseqüências dessa realidade social, que nos leva a observar que os idosos, em sua maioria pessoas frágeis e vulneráveis, conseqüência da perda e/ou diminuição das capacidades sômato-funcionais, mesmo psíquicas, são maltratados em seus direitos básicos, como por exemplo a convivência com a família, saúde, trabalho, pensões e recreação.
A violência contra os idosos extrapola, há tempos, os limites da convivência social, eis que já faz parte de seu dia a dia, pois onde quer que o idoso esteja, na grande maioria das vezes sofre algum tipo de maltrato, por mais simples que seja, revelando, desta feita, conflitos de relações interpessoais que afetam a convivência pacífica, a solidariedade humana e conseqüentemente a qualidade de vida das pessoas.É um absurdo pensarmos que o idoso, que estão sujeitos à escassez de políticas sociais, a acidentes de trânsito, a assaltos e conflitos familiares e comunitários, assim como nós, esteja desamparado quando sofre com o problema social do maltrato.
A violência que assola o idoso, que como já vimos não é um feito novo na sociedade, mas histórico, que vem crescendo em proporções alarmantes; para muitos é motivo de silêncio, eis que poucos tem coragem de denunciá-la, e os próprios idosos, vítimas, também estão impedidos de fazê-lo, levando em consideração que são, na maioria das vezes, dependentes dos agressores, o que gera insegurança, além de serem limitados fisicamente e temerem uma represália por parte do familiar agressor.
Considerado “ranzinza, caduco, esclerosado, inválido, improdutivo”, o idoso sofre abusos que vão se consumando através do descuido, da omissão, das ofensas, sejam elas funcionais ou físicas, bem como através da posição de abandonado que o mesmo enfrenta na sociedade. Ademais, não tenhamos dúvida de que o problema da violência doméstica contra os idosos é um tema de grande complexidade para ser investigado, e contém aspectos importantes, como as condições de vida dos familiares, os aspectos sociais e os valores e princípios morais construídos ao longo da vida, sem contar que o problema fere a dignidade das vítimas, bem maior da existência de toda a vida.
Diante das primeiras considerações tecidas, sentindo o peso da responsabilidade no campo ético, no ponto de vista de cidadãos que desejam valorar a qualidade de vida dos idosos, explanaremos sobre o problema da violência contra os mesmos, alertando a sociedade da gravidade das conseqüências dos maus tratos sofridos, caracterizando os tipos de violência praticada e analisando as implicações dessa violência para a saúde dos idosos.
1. A situação do idoso no Brasil:
O crescimento vertiginoso da população idosa no Brasil nos leva a refletir sobre a falta de infra-estrutura e políticas sociais voltadas para o bem-estar das pessoas na faixa etária acima dos 60 anos, o que culmina com o aumento dos maus-tratos sofridos pelos mesmos.
Segundo pronunciamento da Senadora gaúcha Emília Fernandes, Iniciamos o novo século com a população idosa crescendo 8 vezes mais que os jovens e quase duas vezes mais que o resto da população, sendo que, atualmente, os idosos já ultrapassam os 13 milhões, e a previsão é de que este número dobre nos próximos 20 anos.
2. Dos tipos de maltrato:
São dois os tipos de maltrato:
ABUSO: É a ação de infligir dano físico, dor ou angústia mental, ou mesmo privação de alimentos ou serviços necessários para evitar dano físico, mental ou angústia.
NEGLIGÊNCIA: É a deficiência do cuidador para proporcionar os serviços necessários com a finalidade de evitar um dano físico, angústia ou dano mental.
3. Classificação:
Os maus-tratos sofridos pelos idosos podem ser classificados da seguinte forma:
A- Maus-tratos físicos: Lesões repetidas pouco justificáveis, queimaduras, feridas, erosões, hematomas, fraturas, etc;
B- Maus-tratos psíquicos: Agressões ou insultos verbais, o silêncio como causador do dano, ameaças ou censuras, desprezos e isolamentos da pessoa, suas idéias e vontades;
C- Maus-tratos econômicos: Roubo de bens e imóveis, saques de dinheiro com cartão mediante fornecimento de senha pelo idoso, privação ao idoso de seus próprios pertences, mal uso dos bens do idoso.
4. Perfil dos agressores:
No que se refere às características dos agressores, os filhos mais velhos se destacam como os agressores de todos os tipos de maus-tratos, seguidos pelas filhas e pelos genros. Com isso, podemos concluir que de uma maneira geral, os homens agridem mais que as mulheres.
Com relação à idade dos agressores, as faixas de maior freqüência foram dos 34 aos 39 anos, seguidas dos 29 aos 34 anos, e na minoria os agressores com mais de 49 anos. Em outras palavras, a grande maioria dos agressores possuem idade superior aos 29 anos, sendo que no que concerne à relação de idade e sexo, o agressor do sexo feminino possui mais de 34 anos.
A maioria dos agressores vivem com as vítimas, e dependem delas financeiramente, o que fortalece a idéia de que o fator econômico está associado ao abuso.
Com relação à posição dos agressores no mercado de trabalho, mais da metade delas não trabalha, portanto são desempregados, sendo que a grande minoria é aposentada, e a parte restante exerce algum tipo de trabalho.
5. Freqüência dos maus-tratos:
Sobre a freqüência dos maus-tratos podemos afirmar que os mesmos ocorrem freqüentemente em metade dos casos de idosos vítimas, e várias vezes nos demais casos, resultado este que nos induz a pensar que os maus-tratos não ocorrem isoladamente em situações de estresse, emoção ou pressão psicológica, mas indicando uma atitude de dominação e intenção premeditada do agressor.
Quem mais denunciou a violência sofrida foram os próprios idosos, mas os independentes, que são aqueles que vivem sozinhos em suas próprias casas, ou mesmo em asilo e nos hospitais, e em contrapartida, os idosos que convivem com companheiros, apesar de também serem livres, denunciam somente porque acabam sendo movidos pelo medo e pelo sofrimento, depois de muitas agressões e ameaças sofridas, onde decidem denunciar, após muito terem adiado.
Conclusão
Violência Policial: O maior problema que causa a violência policial é o descaso do governo para que haja uma transformação no órgão de segurança pública, fazendo com que a violência só se agrave. A cada nova administração o governo mantém o mesmo tratamento com a polícia, fornecendo equipamentos para o combate ao crime e defesa pessoal para policiais totalmente despreparados, com uma mentalidade ditatorial.
Fica difícil dizer que a polícia só usa a violência e mais nada. Existem algumas pessoas dos ógãos públicos que tentam acabar com essa corrupção, não podemos ser parciais, a polícia tem seus prós e seus contras. Hoje em dia os contras estão muito mais ativos, impedindo uma melhora rápida.
Violência nas escolas: A sociedade mundial tem sido um pouco indiferente relativamente aos seres que são socialmente frágeis e que muitas vezes adotam condutas violentas como forma de proteção ou imitação.
A violência nas escolas não é um fenômeno novo. Tem vindo a assumir proporções tais que a escola não sabe que medidas tomar para sanar este problema.
Procuramos aprofundar os conhecimentos em torno desta temática, com um intuito de conhecer como a escola, a família e em sentido total a sociedade se organiza na gestão desde assunto tão grave nos dias de hoje.
Violência contra os idosos: Diante da pesquisa realizada, e dos resultados encontrados, podemos concluir que a violência praticada contra os idosos em seus domicílios é uma realidade grave e complexa, sendo urgentemente necessária a criação de serviços de atenção aos idosos, como centros de urgências, bem como centros preventivos e de apoio para os idosos e também suas famílias.
Violência Policial: O maior problema que causa a violência policial é o descaso do governo para que haja uma transformação no órgão de segurança pública, fazendo com que a violência só se agrave. A cada nova administração o governo mantém o mesmo tratamento com a polícia, fornecendo equipamentos para o combate ao crime e defesa pessoal para policiais totalmente despreparados, com uma mentalidade ditatorial.
Fica difícil dizer que a polícia só usa a violência e mais nada. Existem algumas pessoas dos ógãos públicos que tentam acabar com essa corrupção, não podemos ser parciais, a polícia tem seus prós e seus contras. Hoje em dia os contras estão muito mais ativos, impedindo uma melhora rápida.
Violência nas escolas: A sociedade mundial tem sido um pouco indiferente relativamente aos seres que são socialmente frágeis e que muitas vezes adotam condutas violentas como forma de proteção ou imitação.
A violência nas escolas não é um fenômeno novo. Tem vindo a assumir proporções tais que a escola não sabe que medidas tomar para sanar este problema.
Procuramos aprofundar os conhecimentos em torno desta temática, com um intuito de conhecer como a escola, a família e em sentido total a sociedade se organiza na gestão desde assunto tão grave nos dias de hoje.
Violência contra os idosos: Diante da pesquisa realizada, e dos resultados encontrados, podemos concluir que a violência praticada contra os idosos em seus domicílios é uma realidade grave e complexa, sendo urgentemente necessária a criação de serviços de atenção aos idosos, como centros de urgências, bem como centros preventivos e de apoio para os idosos e também suas famílias.
Bibliografia
http://www.brasilescola.com/sociologia/violencia-no-brasil.htm
http://www.renascebrasil.com.br/f_violencia.htm
http://www.renascebrasil.com.br/f_violencia2.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia
http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=5298
http://www.serasa.com/guiacontraviolencia/violencia.htm
http://www.renascebrasil.com.br/f_violencia.htm
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia
http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=5298
http://www.serasa.com/guiacontraviolencia/violencia.htm
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